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To: Presidente da Câmara Henrique Eduardo Alves.

(Texto alterado a partir da petição pela renúncia do Senador Renan Calheiros).

A questão da corrupção e da impunidade na vida política brasileira voltou à tona com a posse de José Genuíno do PT na Câmara dos Deputados.  Depois de condenado pelo STF no julgamento do mensalão por corrupção ativa e formação de quadrilha ele volta ao cargo de deputado federal. O professor de ciências políticas na universidade Sorbonne, Stéphane Monclaire, questiona a responsabilidade do eleitorado.
Em entrevista à RFI, o professor de Ciências Políticas da Sorbonne, Stéphane Montclaire, questiona como alguns políticos que sofreram acusações graves, como o ex-presidente Fernando Collor de Melo, por exemplo, voltam a ser reeleitos. "O Renan Calheiros faz parte dessas pessoas que conseguem sobreviver através de apoio e de manobras, mesmo que, no passado, tenham sido alvo de denúncias de corrupção. Por que pessoas corruptas, pegas em flagrante, conseguem se reeleger? Como os eleitores esquecem ?’", questiona o especialista francês. E do Genuíno ninguém fala não?
O professor da Sorbonne também desaprova a forma como a palavra "corrupção" é aplicada pela imprensa e pela sociedade brasileira. Segundo ele, o conceito é banalizado. “Este uso descontrolado da palavra corrupção contribui para a divulgação, dentro da opinião pública, de uma ideia falsa, como se não existissem níveis de corrupção.” Na avaliação de Monclaire, isso "alimenta a sensação de não houve evolução nos últimos anos e de que todos os políticos são corruptos, o que é falso." De acordo com ele, o fato de alguns políticos continuarem no poder depois de  denúncias graves contribuem para essa generalização.''E o Renan Calheiros faz parte disso."' Assim como o José Genuíno.

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