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Ministério Público e Congresso Nacional

FORA VEJA! PELA REGULAÇÃO E CONTROLE SOCIAL DA MÍDIA NO BRASIL!

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Paulo Eduardo Bodziak Junior

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Versão Completa: www.manifestoforaveja.co.nr

Em um ambiente politicamente saudável todos os atores envolvidos devem ter respeitadas suas posições particulares frente aos mais variados assuntos. (...)

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Versão Completa: www.manifestoforaveja.co.nr

Em um ambiente politicamente saudável todos os atores envolvidos devem ter respeitadas suas posições particulares frente aos mais variados assuntos. (...)

Em tempos de sociedade complexa e massificada torna-se evidente a diminuição da capacidade de expressão dos cidadãos em meio à convivência cada vez maior das pessoas e suas diferentes religiões, valores, ideologias, idiomas, etc. Tais diferenças não podem ser ignoradas e a primeira forma de evitá-lo é através da garantia de sua livre manifestação. (...)

Embora esteja sustentada em um dos princípios mais nobres da Declaração de 1789, a liberdade de expressão, é inegável que as atividades de imprensa não servem – e quando servem – apenas à manutenção da diversidade humana. Transformou-se em uma atividade econômica extremamente lucrativa, declinando do seu papel histórico para abraçar causas e estratégias não tão nobres. A TVGlobo, maior rede de TV aberta do país, mesmo com um média de audiência em queda (foram 20,3 pontos em 2007 contra 17,8 em 2011) apresentou alta de mais de 50% em seu faturamento. Chegando ao patamar de R$11 bilhões! [i] A imprensa escrita, representada por jornais e revistas, também possui números que impressionam. A Editora Abril, responsável pela publicação da Revista VEJA – revista de maior circulação na américa latina, apresentou em 2010 uma receita líquida de R$2,1 bilhões.[ii]

A imprensa se transformou em um titã sobre duas canoas que convenientemente salta para aquela que mais lhe convém.(...)

Não bastasse o prevalecimento absoluto de interesses comerciais, este mercado da informação possui vícios impróprios até mesmo para o ambiente comercial. Isto é, no Brasil – e em geral na América Latina – os veículos de comunicação foram oligopolizados. (...)

(...)Como enfrentar um paradoxo que ao ser tocado pula para a canoa da liberdade de expressão e condena a censura, mobilizando nobres princípios através de poderosos mecanismos de difusão, privando a opinião pública do contraditório e do saudável debate democrático. Nem temos o direito de resposta como instituto regulado do Brasil. (...)

Revista Veja é um ator privilegiado neste tipo de escândalo. O veículo da família Civita é um poderoso gerador de escândalos. Levados às últimas consequências em suas páginas e, quando possível, no Congresso Nacional. Todos os atores políticos desafetos da revista são "queimados" diante a opinião pública. Justificando esta postura, Veja diz orientar-se pela moralidade na política. Um editorial de 5 de setembro de 2012 apresenta a revista como a "bússola ética" do país. Muito sugestivo para uma revista que em 2011 e 2012 se envolveu em três grandes escândalos - invasão de um Hotel e alianças como o crime organizado - , os quais, se estivessem reservados para seus adversários. (...)

Portanto, são diversos os motivos que fazem urgir a necessidade de repensarmos o Controle Social da Mídia. Combater o jogo das canoas da propriedade e da liberdade de expressão realizado pela grande mídia. Criar veículos alternativos que possam alimentar o debate público independentemente dos filtros da grande mídia. (...) Não podemos nos confundir com o jogo de canoas da grande mídia, não desejamos censurar opiniões adversas. Desejamos garantir que a liberdade de expressão alimente o princípio para o qual foi criada: a diversidade humana em suas mais variadas facetas.(...)Criticar não é censurar. Intolerantes são aqueles que não convivem com a crítica. Deixemos os crimes para a Polícia, para o MP e para a justiça. A mídia intolerante será vencida politicamente ao perder totalmente sua credibilidade.

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